O carnaval já está chegando e aqui na DIZAIN já estamos em clima de folia! Portanto, o post de hoje do nosso blog não podia ter outro tema que não fosse sobre a festa mais divertida e democrática do ano: o carnaval!

O nosso Designer, Wagner Guatimozim, sempre foi uma criança brincalhona, e, a sua maior alegria da infância era se divertir com os amigos na Rua B, em Jacarepaguá. No carnaval não seria diferente, né? Conversamos com ele e o papo rendeu gargalhadas e boas histórias de carnaval. Confira!

 

– Quais são as suas lembranças do carnaval na infância?

O carnaval na minha infância era muito alegre, ainda existia festa de rua segura e divertida. Na Rua B era aquela bagunça, todo mundo se fantasiava para sair e brincar na rua. Uns dias antes da festa havia todo um preparativo para montar as fantasias e o pessoal se reunia para enfeitar as capas de Bate Bola. Nos dias de carnaval era um sol escaldante, mas ninguém se preocupava muito com isso, mesmo com muito calor, saíamos todos fantasiados de Bate Bola.

Lá na Rua B, meus vizinhos da casa de frente tinham uns instrumentos de bateria, e, no carnaval, eles pegavam esses instrumentos e iam para as ruas do Anil batucando. Era muito legal, iam adultos e crianças atrás do bloco curtindo e brincando. No fim do dia, todas as crianças iam para casa e os adultos saíam para os bailes de carnaval.

– Qual era a sua fantasia preferida? Por quê?

Minha fantasia preferida era de Bate Bola. Era muito legal, eu gostava muito de usar a criatividade para enfeitar as capas, elas eram a sensação da fantasia! Eu e meus amigos íamos a uma loja de acessórios de carnaval na Freguesia e comprávamos lantejoulas e desenhos com purpurina para a minha avó prender em nossas capas de Bate Bola. Depois, íamos para a rua vestidos de Bate Bola para brincar e correr atrás das meninas. Era muito engraçado, porque elas tinham muito medo e ficavam gritando muito. Era uma época muito divertida!

– Conte uma história engraçada que aconteceu no carnaval:

O mais engraçado era quando os cachorros dos vizinhos fugiam das casas correndo para avançar nas pessoas fantasiadas de Bate Bola. Teve uma vez que isso aconteceu comigo! O pequinês da Dona Carolina, minha vizinha, fugiu e avançou em mim. Fiquei nervoso e com medo, não sabia o que fazer, andei para trás e pisei na capa, que estava bem comprida, e ela quase me enforcou.  Mas, para minha sorte, a Dona Carolina apareceu e chamou atenção do cachorro, que voltou para casa.

– Para você, quais são as principais diferenças do Carnaval na sua infância para o atual?

O Carnaval hoje em dia virou uma bagunça, a maioria das pessoas vai para os blocos de rua apenas para beber e se agarrar. Além disso, hoje em dia, infelizmente, tem muita violência e assaltos nos blocos. Antigamente, o carnaval lá na Freguesia era maravilhoso! Todo ano, a Prefeitura montava um coreto e enfeitava a principal avenida com um tema diferente. Então, as escolas de samba dos bairros próximos desfilavam lá. Era um carnaval para família mesmo, adultos e crianças se divertiam juntos. Hoje em dia, o carnaval para as crianças é muito limitado. Eu costumo levar a minha filha para os blocos fechados em shopping, que tem mais segurança e é mais organizado. Mas é uma pena, porque era muito divertido cair na folia nas ruas!

– Quais são seus planos para esse Carnaval?

Esse ano eu não vou viajar, irei ficar aqui no Rio mesmo. Então, vou com a minha família para a praia, encontrar os amigos e pretendo levar a minha filha para um baile de Carnaval no shopping, pois é a opção mais segura para pular carnaval.

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