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Diversidade no Branded Content: Porque o assunto não é só mais uma tendência

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A diversidade no branded content não é apenas uma tendência e nunca foi tão bem representada no marketing. Marcas como Netflix, Dove, C&A, Avon, Coca Cola são apenas alguns dos nomes na lista de empresas que tem repaginado seu branded content para criar um conteúdo relevante para as minorias: LGBTs, mulheres, negros, entre outras.

Exemplos recentes aconteceram na última Parada do Orgulho Gay realizada em São Paulo, na semana passada. Grandes marcas criaram ações específicas para o evento: A Skol vendeu latas temáticas; A rede de fast-food Burger King distribuiu coroas com as cores do arco-íris; Já a Pepsico lançou uma edição especial do biscoito Doritos, o Rainbow.

Engana-se quem pensa que essas ações são temáticas e pontuais. O mercado tem percebido isso e se preocupado em buscar um novo posicionamento para se comunicar continuamente com esse público criando uma identidade mais relevante e inclusiva. A regra agora é propor um conteúdo que reforce os ideais de comunidade e representatividade, mais valorizados pelos consumidores de hoje.

Essas ações de construção de marca precisam ser criadas a partir da premissa que a nova comunicação não tem como objetivo usar o mesmo discurso para falar com todo mundo, pelo contrário, o desafio é saber interagir com cada um desses nichos. Na prática, é preciso ir além das ideias convencionais desconstruindo padrões antigos e reforçando um caminho contínuo e honesto de empoderamento ao cliente final.

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